Semana passada só se falou da violência vivida pela Adelir e seu marido. Os dois foram arrancados a força de casa, quando Adelir estava em trabalho de parto e foram levados a força para o hospital aonde foi realizada uma cesárea sem o consentimento da gestante.

O portal “Lado M” chegou até o meu blog através de pesquisas e me convidou para contar sobre a minha experiência de parto. A matéria ficou bem completa e contou a participação de profissionais e com a experiência de outras mães.

Trecho da minha entrevista:
“Ela, que nasceu de parto normal, diz sempre ter escutado a mãe falando sobre os benefícios dessa escolha, e, por isso, desde pequena considerava esta forma para parir. “Quando engravidei, já tinha um ginecologista que me acompanhava, mas, ao conversar sobre detalhes do parto, não senti firmeza em seu discurso. Diante disso, comecei a procurar outro médico, que atendesse as minhas expectativas e estivesse alinhado com o que eu pensava/acreditava”, diz. Até que chegou a uma obstetra reconhecida por realizar partos humanizados no Rio de Janeiro (onde mora), informou-se sobre o assunto e se interessou.  

Ela comenta que, até então, seu marido era dos que acreditavam na cesárea como um procedimento mais seguro. “No entanto, como o corpo é meu, ele sempre dizia que me apoiaria em qualquer decisão que eu tomasse”. Conforme a gestação foi avançando, o casal foi se informando, lendo a respeito sobre o assunto, “e antes mesmo da metade da gestação, já tinha ganho um defensor do parto normal”.

Para conferir o texto na íntegra:  http://www.lado-m.com/o-parto-no-brasil-temos-uma-cultura-de-cesarea-no-pais/

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