mamain ai tabaiá

filhote By 21 de maio de 2015 1 Comment

Quem leva Biel para creche todos os dias é o marido. Pego cedo no trabalho e por isso são raras as vezes que levo, então, quando preciso normalmente é um momento difícil, porque ele não entende que é dia de creche, acha que é feriado ou final de semana. E hoje não poderia ter sido diferente.

Share:

O “trem”

filhote, fotografia By 18 de maio de 2015 5 Comments

Sábado tínhamos a festinha do filho de uma grande amiga. Moramos perto do metrô e a festinha também era perto de uma saída de metrô. Decidi não ir de carro e expliquei para ele que íamos a uma festa, mas que ao invés de usar o “carro da mamain”, iríamos de trem. Ele ficou animadíssimo, se arrumou, escolheu o sapato e ficou apressando a casa inteira “veeem mamain”, “veeeem papaí”.

Quis ir andando, desceu todas as escadas sozinho. Reclamou de vir para o meu colo na escada rolante e esperou pacientemente o “trem”. Como ele tem alguns livrinhos e dvds de música sobre o trem e ama, antes do metrô chegar, expliquei para ele que era um trem diferente do que ele vê nos livros e nos desenhos, porque esse trem anda debaixo da terra, que nem a minhoca e se chamava metrô.

Ele amou, ficou encantado com cada estação que passávamos, com todos os “túneis”, com as pessoas que entravam. Ao longo do trajeto cantamos várias músicas com o tema e no final, ficou chateado de sair do trem para ir para festa. Repetia: “festa não, treeem”.

Biel animado com a viagem no colo do "papaí"

Biel encantado com a viagem no colo do “papaí”

Nem o “puiá-puiá” logo na entrada da festa o animou. Depois ele relaxou, correu, se divertiu, comeu e por aí vai. Já no final da festa, ele não queria sair do “puiá-puiá” para dar a vez para os amigos “grandões”. Aí usei o recurso, de que já estava tarde, na hora de ir embora e voltar pra casa de trem. Pronto, saiu todo contente do brinquedo, se despediu de todo mundo e voltou feliz para casa.

Óbvio que no dia seguinte ele queria andar de metrô de novo e falava “paía no tuel igual a minhota” (passear no túnel igual da minhoca).

Share:

Contação de histórias

filhote, fotografia By 24 de abril de 2015 2 Comments

Dia 5 de abril é dia do livro. E para comemorar a creche do meu filho resolveu incluir na sua programação anual um mês voltado para a literatura. Vi a proposta pedagógica e seu cronograma no início do ano e caiu no esquecimento.

Até que no início do mês recebi uma circular aonde convidavam os pais a irem na creche contar uma historinha na turma de seu filho. Achei um máximo, fiquei super empolgada e agendei para o último dia 22.

Mas junto com a empolgação, veio também uma preocupação. Genthém são dezessete crianças. Como entreter? Será que levo jeito? Lá fui eu a caça de dois livros bacanas para contar. Afinal eu tinha meia hora, m-e-i-a-h-o-r-a. Uma eternidade.

Pedi dicas de livros em grupo de mães no feice. Percorri algumas livrarias a procura, mas não achava nada assim… que me impactasse e falasse é esse! Comprei dois livros, mas ainda não estava satisfeita.

Biel ganhou muitos livrinhos de aniversário (aliás, adoooro quando ele ganha livros), resolvi olhar com cuidado essa última leva e achei um que me agradou. Escolhi também um livro que comprei uns meses atrás que falava sobre amigos e suas cores preferidas. E no final acabei usando apenas um dos dois que tinha comprado.

Claro que na véspera treinei em casa, para me familiarizar com a historinha e pensar em possíveis sons e improvisações para fazer na hora.

No dia, tava “TEMÇA”. Como pode? Com direito a frio na barriga e tudo.

Estava eu atrás da porta, aguardando para entrar quando a tia perguntou:
– “Pessoal, quem é a mãe que veio hoje contar a historinha?”
A turma em coro respondeu:
– “Gabriel Linhares”

Morry com tanta fofura!

Não me esqueço do olhar do Biel, a porta se abrindo e ele esticando o pescocinho para me ver. É de encher os olhos d’água ♥

Cheguei, dei boa tarde! Fui recebida com beijos e abraços dos pequenos, gritinhos de felicidade. Aí as tias ajudaram a colocar ordem na casa e aos poucos todo mundo foi sentando para escutar a historinha.

Ao invés de deixar Biel no meu colo, quis deixar ele ao meu lado para acompanhar melhor os desenhos dos livros.

Contei as três histórias. INTEIRINHAS.

Não sei se levei jeito, mas os pequenos prestaram a atenção com muito carinho em mim e nas historinhas. Respondiam as perguntas que eu fiz ao longo da contação. Só sei que foi um momento único. Amei muito participar do dia a dia do meu pequeno, contribuir e ter essa troca.

contação_histórias_creche

Espero que a creche promova mais encontros desses.

Share:

Festa de UM ano – casa

decoração, desaniversário, filhote By 15 de abril de 2015 7 Comments

Daqui a pouco estão chegando as fotos da festenha de dois anos e não tinha postado nada sobre a festa de um ano em casa, só da creche. A festa foi simples. Foi em casa, para poucas pessoas (avós, tios e dindos). Mas ficou tão ultra mega fofa, foi feita com tanto amor e carinho, no meio de um turbilhão de sentimentos e de uma mudança (sério, nos mudamos num sábado a festa foi no domingo), que seria um pecado não registrar no blog.

O tema escolhido foi fundo do mar. Biel sempre amou água, praia e os animais do fundo do mar. Tanto que até hoje se encanta com caranguejo, cavalo marinho e a querida baleia. Então, nada mais justo do que fazer algo do gênero.

As lembrancinhas foram as mesmas para festa da creche e para casa: dedoches para as crianças. Para os adultos, imprimi algumas fotos em imã de geladeira do acompanhamento mensal que fiz durante seu primeiro ano de vida. Os brindes foram embalados em saquinhos com padrão chevron e carimbados com carimbos (hihihi) que encomendei da talentosa Lahna do Casa com Amor.

festa_biel1ANO (3)

Só me arrependi profundamente de não ter encomendado a amada baleia

festa_biel1ANO (1) festa_biel1ANO (2)

Os dedoches

Os dedoches

Leques decorativos que usei atrás da mesa do bolo, junto com as bandeirolas

Leques decorativos que usei atrás da mesa do bolo, junto com as bandeirolas

Os leques decorativos também foi tirado do blog da Lahna, que tem ideias maravilhosas para decorar festas.

Bolo MUSO e maravilhoso feito pelas mãos da minha querida amiga Danee

Bolo MUSO e maravilhoso feito pelas mãos da minha querida amiga Danee

 

Decor da mesa <3

Decor da mesa <3

Nozes no parabéns! Muito amor envolvido <3

Nozes no parabéns! Muito amor envolvido <3

Ficha técnica:
leques decorativos: mãe
bandeirola: peguei na internet e imprimi
bolo: Granulado Chic / Danee
doces de copinhos: tia Gi
docinhos enrolados: Angélica

Share:

É para viver muito, de muito amor!

Amamentação, filhote By 26 de janeiro de 2015 3 Comments

Sábado a noite, já tínhamos mudado de peito. Biel engrenando no soninho gostoso.Ele para de mamar, abre os olhos, vem com seus bracinhos na direção do meu pescoço, me abraça, me tasca um estalinho na boca, se aninha novamente nos meus braços, volta a mamar e apaga em poucos minutos. Não é para viver muito, de muito amor?

Só para registrar 679 dias e contando 😉

 

Share:

Alguns pensamentos sobre a reunião da creche

Amamentação, devaneios, filhote By 5 de dezembro de 2014 14 Comments

Reunião de final de ano da creche: misto de ansiedade, animação e curiosidade define.

A reunião começou com a coordenadora pedagógica perguntando sobre minhas impressões sobre a creche, com o que eu concordo, com o que eu não concordo. Falei sobre o cardápio da creche, que no início eu era mais taxativa e proibitiva, mas que agora estava liberando as coisas aos poucos, uma vez que Biel come bem.

Falei da minha expectativa sobre o desenvolvimento da fala, ela explicou aquilo que eu já sabia, que devemos esperar até 2,5/3anos para tomar qualquer atitude, que cada criança tem o seu tempo de desenvolvimento e tal. Mas que ela sente que Biel ainda tem muitas atitudes de bebê, que em algum momento na nossa relação estamos infantilizando ele.

Comentei sobre a perda do meu pai no início do ano, como isso me afetou profundamente e como em algum ponto pode ter afetado o Biel, já que a conexão mãe-bebê é forte e eles sentem tudo o que nós sentimos. E que nos últimos seis meses, Biel estava mais choroso e querendo ficar muito grudado comigo. Contei como estava me sentindo sufocada com tudo e que tem uns dois meses que consegui me desapegar e deixar ele com minha mãe e sogra e como percebi que essa separação fez bem para ele. Ele sempre retorna com novidades e em algum grau mais independente.

Neste momento, ela falou algo que concordo muito, que é um ponto também levantado pela Laura Gutman sobre o “corte do cordão umbilical com a mãe” e que neste momento o pai e outras figuras como avós tem muita importância e são fundamentais nesse processo – nota mental: ler capítulo do livro. Expus que me sinto perdida, que não me sinto infantilizando ele, não tenho o costume de falar palavras no diminutivo, que costumo delegar tarefas e tal… Não sei o que fazer para ajuda-lo.

Perguntei como ele é no dia a dia, com as tarefas, com os amigos… A tia reforçou que apesar dele falar mais a língua dele e muitas vezes se comportar como um bebê, ele tem a coordenação motora super desenvolvida. Corre há muito tempo, escala coisas com facilidades, come sozinho, etc. É uma criança que presta muita atenção e executa todas as tarefas que são pedidas com facilidade. Brinca muito, é fácil de lidar e está o tempo todo está com os amigos.

Maaas de umas semanas para cá começou a se envolver em disputas de brinquedos (tudo é dele) e a morder os amigos. Fiquei arrasada! Ele já foi mordido duas vezes na creche, mas nunca tinha mordido ninguém. Nunca aconteceu isso na minha frente, por exemplo, com outras crianças nos finais de semana. Questionei a escola porque eles não me avisaram no dia que isso aconteceu, eles falaram que já estavam com a reunião agendada e que resolveram aguardar. Perguntei se era algum amiguinho em especifico e elas disseram que não, é com todo mundo, ou seja, não existe um alvo.

A coordenadora explicou que a mordida é uma forma da criança se expressar, que isso é comum em crianças que não estão com a fala totalmente desenvolvida. A criança quer se expressar, se frustra em algo nível por não conseguir e reage desta forma.

Não me conformei… Ressaltei que não teve nenhuma mudança na rotina dele nas últimas semanas que pudesse justificar isso, que em casa temos um ambiente tranquilo e tal… até que comentei que Biel ainda mama e que nunca tinha me mordido durante as mamadas. Pronto! Ela arregalou os olhos e atribuiu todos os problemas do Biel a amamentação prolongada, que isso infantiliza em algum grau.

Expliquei que hoje em dia não é mais livre demanda, que ele chega em casa e não pede mais para mamar desesperadamente como fazia antes. Porém, a noite ainda dorme mamando e acorda de madrugada para mamar. Já aconteceu de oferecer água de madrugada no lugar do peito e as vezes resolve a situação, porque na verdade ele está com sede. O que acho justo, eu também acordo para beber água…

Ela reforçou que está na hora do desmame. Já falei no blog que nunca pensei em amamentar eternamente e nos últimos meses reduzi drasticamente, até porque meu leite diminuiu também. Mas não quero um desmame brusco, gostaria que fosse algo natural. Enfim… ainda estou absorvendo todas as informações recebidas durante a reunião e buscando a melhor saída encarar esses desafios.

Por último, mas não menos importante! Biel mudará para o maternal em janeiro, junto com os amiguinhos que ele tanto gosta!

Share:

Folga de mãe

devaneios, filhote, vida a dois By 1 de dezembro de 2014 6 Comments

No início do ano circulou um vídeo sobre uma entrevista de emprego que emocionou muita gente por aí. Eu fui uma delas, que chorei copiosamente. O trabalho exigia atenção 24h, sem direito a férias, remuneração, benefícios e até direitos básicos como itens de sobrevivência, como comer, ir ao banheiro, etc. Todos se emocionaram e ficaram chocados ao saber que esse emprego existe e tem muitos candidatos por aí… Afinal, o mundo ta cheio de “mães”.

Mesmo com o término da minha licença maternidade aos cinco meses de vida, sempre me envolvi muito em sua criação e em todas as etapas de seu desenvolvimento. Foram raras as vezes em que deleguei os seus cuidados. Simplesmente porque não conseguia. Em parte, culpa da minha personalidade controladora de querer estar por dentro de tudo que acontecia com ele, em parte também para compensar o tempo que passo longe dele no dia a dia.

O meu ano foi/está sendo complicado. Diversas coisas acontecendo em minha vida pessoal e profissional, me sentindo totalmente sufocada e sobrecarregada. Lá pelo meio do ano, fiz um post em que eu pedia pelo menos dezoito horas de folga da maternidade. Precisava respirar, não ter ninguém para cuidar… nem de mim. Queria um tempo para fazer algo além trabalhar e cuidar do meu filho.

Até então Biel dormir fora de casa não era uma opção… Principalmente porque o desmame ainda não aconteceu e eu achei que ele fosse surtar se ficasse uma noite longe de mim e do peito.

Mas aí … eu achei que fosse surtar. E de fato eu estava totalmente sem paciência com ele e isso estava me entristecendo. Não queria me tornar naquele tipo de mãe que eu estava me tornando, sem paciência e com uma lista enorme de burocracias a serem resolvidas para dar conta de toda rotina. Ele por sua vez estava uma criança chorosa, irritada… Parece que em algum ponto perdemos a nossa conexão e estava difícil resgatar.

Então surgiu uma viagem para Búzios, batizado da filha de um casal amigo. Teria que ser um bate-volta de 24h por que domingo era eleição. Pronto, já estava sofrendo por antecedência pelo caos. Acordar de madrugada para viajar, pegar horas de estrada, chegar lá com Biel, correr o dia inteiro para cima e para baixo atrás do ser andante numa casa cheia de escadas, no dia seguinte acordar cedo e pegar estrada de volta.

Até que… eureca! Uma luz se acendeu na minha cabeça e pensei… e “se deixasse Biel com a minha mãe no final de semana”. Perguntei para o marido, que no início ficou reticente de deixarmos logo ele dois dias dormindo fora, mas logo me deu apoio diante de meus argumentos. Perguntei para minha mãe que logo se animou.

Na sexta, peguei Biel na creche junto com a minha mãe, deixei eles na casa dela e peguei a estrada com maridon. O final de semana foi ótimo, super corrido, mas mesmo assim curtimos bastante. Domingo, depois dos compromissos cívicos realizados, pedi para minha mãe ficar mais um pouco com Biel para almoçar com o marido. Confesso que ainda não estava preparada para encarar a realidade de volta, ainda queria mais uns minutinhos para descansar. Mas escureceu e eu tive que encarar a minha realidade de mãe novamente, não teve jeito.

Mas mesmo não sendo tempo suficiente para descansar 100% e esfriar a cabeça, foi ótimo. Ótimo para mim, ótimo para o marido, ótimo para o Biel. Achei que ele voltou “desestressado” e feliz com a nova experiência. Falante, cheio de novidades.

Ah, vale ressaltar, que Biel dormiu super bem nas noites que passou fora. Brigou um pouco contra o sono, mas depois que apagou foi tranquilo. Acordou de noite, mas bebeu agua e emendou no sono novamente. Sucesso total.

Desde então repetimos a dose duas vezes. Mais uma com minha mãe e outra com minha sogra. Nas duas ocasiões ele não ficou tanto tempo como nesta primeira, mas serviu para cumprirmos nossa agenda de compromissos que não eram baby-fiendly.

Share:

palavra inventada

devaneios, filhote By 27 de novembro de 2014 5 Comments

Biel ainda não fala muito a nossa língua. Sim, a nossa. Porque falar ele fala bastante. Existe todo um dialeto particular, na qual ele desenvolve frases inteiras e com entonação específica. Acho fofo e engraçado (que mãe não acharia?). Eu respondo e quando ele acha que minha resposta não foi a altura ou o que ele esperava, ele repete a “pergunta” ou a frase.

Os amigos da creche falam mais do que ele, mas também Biel começou a comer sozinho muito antes dos amigos. Totalmente independente. Hoje em dia já não faz mais aquela lambança.

Sei que cada criança tem seu tempo, seu desenvolvimento, que não devemos comparar ou criar expectativas. Tudo lindo na teoria. Mas a realidade é: mãe é um bicho ansioso por natureza e eu to super ansiosa para ele tagarelar na minha língua.

Claro que a maioria das coisas eu entendo, né? Porque mãe é assim, sabe tudo que um filho quer ou precisa. Talvez seja esse o problema: saber e me antecipar a tudo. Acaba que ele não precisa fazer muito esforço para se comunicar. E quando ele tenta e não consegue fica frustrado e chora.

Ao  mesmo ele entende T-U-D-O que eu falo, peço para executar uma ação e ele executa direitinho. E claro, fala algumas coisas como mamãe, papai, pe (peixe), popó (galinha), dá, abre (para abrir e fechar), aia (água), peppaig, mamãeig, papaig, vovó, nana (cachorra da minha mãe), bopo (cachorro da minha mãe), tatata (senhor batata) e por aí vai.

Dizem que em algum momento vou me arrepender e querer que ele fique um pouco calado (hahaha), mas não adianta estou super ansiosa para saber o que passa na  cabecinha dele (:

Share:

Licença maternidade: um ano que acabou

devaneios, filhote By 2 de setembro de 2014 8 Comments

Hoje, exatamente hoje, faz um ano que voltei a trabalhar. Um ano que minha licença maternidade acabou, um ano que passei a dividir os cuidados do meu filho com outras pessoas. Foram cinco meses e quinze dias bem intensos, simplesmente eu não conseguia delegar seus cuidados.

Com o nascimento do Biel, nasceu também um amor sem tamanho de mim e de dentro de mim. Um amor que dói e não se explica com palavras, apenas se sente.

Foi nossa primeira separação, foi sofrida e ainda é. Sofro um pouco a cada dia, calada… Tem dias que é mais difícil, principalmente quando tem um dia bonito ou uma programação interessante para fazer no horário do expediente.

Eu sinto e ele sente.

Sinto pelo seu sorriso no olhar quando vou buscá-lo na creche e o desapontamento no olhar quando não sou eu que vou. Como ele fica desesperado para mamar quando chegamos em casa, que não dá tempo nem de tirar a bolsa ou o sapato. Quando ele não quer me deixar nem ir ao banheiro, porque me quer ao seu lado…

Eu sei que a vida é feita de escolhas e eu fiz a minha ao continuar trabalhando. Não me vejo dona de casa ou mãe em full time para o resto da vida. Foco nos momentos que temos juntos e na qualidade como dizem por aí. Além disso, gosto de me sentir ativa, exercitar a mente, produzir, me sentir desafiada, ter uma troca intelectual, ser independe financeiramente, entre um milhão de outras coisas que eu escolhi, mas isso não me impede de sentir a dor da separação e ter a consciência do peso da minha escolha em nossas vidas.

Share: