gravidez

Sétimo mês de gestação

Chegamos ao sétimo mês, vigésima oitava semana, terceiro trimestre! O tempo está voando. Sensação bem diferente da gravidez do Biel que tinha muito mais tempo livre para curtir. Barriga ta crescendo e já começam aquelas situações engraçadas de pequenas dificuldades no cotidiano como abaixar, agachar, sentar de perna aberta (dependendo da posição) e cortar unha do pé porque simplesmente tem uma barriga no meio do caminho.

Nas últimas semanas fechamos o berço (será montado amanhã), encomendei kit berço (adaptado, porque não gostei da experiência que tive com o Biel com os tradicionais) e um armário para os meninos. O “kit berço” e o armário só chegam em dezembro. Como os meninos vão dividir o quarto, comprei um berço que tem uma cama embaixo, agora Biel cismou que quer dormir em cima. Não sei como será quando ele de fato precisar dormir lá.

Baby Rafa continua mexendo bastante por aqui, principalmente à noite :p

 

Exames e encontro com a Enfermeira Obstetra

Há quinze dias fiz o ecocardiograma fetal e está tudo bem, sem anomalias. Nesta ultra o bebê estava já virado de cabeça para baixo. Mas semana passada tive o primeiro encontro com a Kira, minha enfermeira obstetra, e baby Rafa já não estava mais nessa posição e estava transverso. Como se estivesse deitado numa rede hehehe Modo neurótico deu uma ativada, mas depois relaxei… ainda temos muitas semanas pela frente. E ele tem tempo e espaço de virar, desvirar.

Ela me perguntou o que gostaria de ter feito diferente no parto do Biel e o que eu gostaria para esse próximo. Sabe que travei? Simplesmente meu deu branco… E olha que tinha em mente escrever um post com conclusões finais sobre o parto do Biel e nunca escrevi.

A única coisa que me lembrei é que senti falta de fazer um trabalho físico mais voltado para o trabalho de parto. Trabalhei muito o lado psicológico, o conhecimento sobre a fisiologia do parto, em compartilhar todas as informações para preparar o Rodrigo do que ele iria encontrar, mas senti que “pequei” na parte física.

Fazia constantemente o exercício para o assoalho pélvico, fiz yoga para gestantes (mas achei fraca nesse sentido). Talvez tenha ficado com essa impressão, porque para mim, a pior dor foi do Gabriel coroando. Não sei se outros tipos de exercícios iriam me ajudar, mas fiquei com isso na cabeça.

Durante todo o TP, entrei num embate muito grande com o meu “eu” controlador, que gosta de estar no controle de tudo para de fato mergulhar na partolândia. Ah, e sem contar o medo de “fracassar”, de não ser capaz de parir.

Comentei com a Kira, sobre as duas dicas fundamentais que recebi ao longo do TP. A primeira foi dela, assim que chegou na minha casa, falando sobre como eu estava contraindo todo o meu corpo quando vinha a contração. E como isso provavelmente aumentava ainda mais a dor que eu sentia. E a Dra. Fernanda, quando cheguei ao expulsivo, e ao invés de fazer força para fora fazia para dentro.

Mas de fato preciso parar um pouquinho e olhar para dentro, pensar no que pode me ajudar e atrapalhar nesse segundo TP. Pensar num plano de parto, coisa que não quis fazer no parto do Gabriel, mas que pode me ajudar desta vez.

Share: